Suíça - Grupo B
🇨🇭🔥 A Suíça chegou cedo, chegou forte e chegou com cara de Copa
Uma campanha de números limpos no Grupo B da UEFA, com Basileia como motor e uma seleção que aprendeu a ganhar sem se desorganizar.
Introdução
Há campanhas que começam como promessa e terminam como obrigação. A da Suíça nas Eliminatórias, pelo Grupo B, teve outro tom: foi uma marcha curta, firme e com pouco espaço para dúvidas. Um time que, quando acelerou, abriu o jogo; quando precisou controlar, fechou a porta; e quando a viagem pediu maturidade fora de casa, não caiu na armadilha do nervosismo. Foi uma Suíça de passos largos, mas sem tropeçar no próprio ritmo.
O retrato do caminho passa por duas imagens que se repetem: a bola entrando cedo e a defesa apagando incêndios antes que o fogo cresça. Em Basileia, a seleção transformou o St. Jakob-Park em laboratório de confiança; em Solna e Liubliana, sustentou o resultado com um tipo de frieza que não faz barulho, mas soma pontos. É um roteiro de Copa: pontuar sempre, sofrer pouco, e deixar que a matemática trabalhe a favor.
Quando a narrativa aterrissa nos dados, o desenho fica ainda mais nítido. A Suíça terminou na 1ª posição do Grupo B com 14 pontos em 6 jogos, invicta, com 4 vitórias e 2 empates. Marcou 14 gols, sofreu apenas 2, fechando com saldo de +12. Em números brutos, é uma campanha que combina volume ofensivo com uma proteção constante do próprio gol — e isso, em torneio curto, costuma ser meio caminho para atravessar fases.
Os momentos de virada aparecem em partidas que, além do placar, mudaram a temperatura do grupo. Em 5 de setembro de 2025, o 4:0 sobre Kosovo em Basileia abriu a eliminatória como quem abre uma janela: Akanji aos 22', Embolo aos 25' e 45', Widmer aos 39'. Três dias depois, em 8 de setembro de 2025, novo golpe em casa: 3:0 na Eslovênia, com Elvedi aos 18', Embolo aos 33' e Ndoye aos 38'. E a confirmação de autoridade veio fora: em 10 de outubro de 2025, 2:0 na Suécia, em Solna, com Xhaka de pênalti aos 65' e Manzambi aos 90+4'. A campanha ficou com cara de liderança porque, nos jogos-chave, a Suíça não apenas venceu: ela ditou o roteiro.
Há, por fim, um detalhe que separa campanhas boas de campanhas com cara de seleção madura: o empate que não vira crise. O 0:0 em 13 de outubro de 2025, na Eslovênia, não é manchete de vitrine — mas é o tipo de ponto que impede a tabela de virar um tabuleiro de ansiedade. E o 1:1 em 18 de novembro de 2025, em Pristina, contra Kosovo, também entra nessa categoria: uma seleção que não se desmonta quando o jogo não entrega a vitória de presente.
O caminho pelas Eliminatórias
O formato da UEFA para a classificação à Copa do Mundo funciona como um funil de duas etapas. Na fase de grupos, os vencedores de cada grupo garantem vaga direta. Depois, as vagas restantes são decididas em play-offs com os segundos colocados dos grupos, complementados por seleções vindas do critério da Liga das Nações quando aplicável. Em termos práticos: vencer o grupo é o caminho sem pedágio; terminar em segundo costuma significar um mês de março de tensão e mata-mata.
Nesse tabuleiro, a Suíça escolheu a rota mais direta: venceu o Grupo B e carimbou a classificação pela porta da frente. E a tabela explica por quê. Foram 14 pontos em 6 partidas, com invencibilidade e um saldo que não deixa margem para interpretação: +12. Não é só “ficar em primeiro”; é ficar em primeiro com diferença estrutural entre o que a equipe produz e o que ela permite ao adversário.
O grupo, aliás, teve uma dinâmica peculiar: um vice forte em pontuação (Kosovo com 11), um time que empatou muito e venceu pouco (Eslovênia com 4 pontos e 4 empates), e uma Suécia que não se encontrou (2 pontos). Nessa paisagem, a Suíça foi o eixo de estabilidade. Ela venceu os confrontos que precisavam ser vencidos e não perdeu o controle emocional quando a partida caminhou para o “jogo travado”.
A leitura de desempenho fica ainda mais clara quando se olha para a distância entre ataque e defesa. A Suíça fez 14 gols em 6 jogos — média alta — e sofreu apenas 2. O efeito disso é imediato: mesmo nos dias em que o ataque não estourou, a equipe permaneceu viva no jogo, porque o adversário quase não teve margem para virar a partida. Uma campanha desse tipo cria uma espécie de colchão: você pode empatar fora, pode vencer por um gol, pode administrar — e a tabela não desaba.
E há uma marca que diz muito sobre a maneira como a seleção administrou as partidas: o “zero” do lado da derrota. Em Eliminatórias, sobretudo em grupos curtos, um tropeço vira avalanche. A Suíça evitou o tropeço. Foram quatro vitórias (duas delas por três gols ou mais) e dois empates, ambos sem conceder virada nem sofrer sequência de golpes. A consistência foi o fio condutor.
Para transformar isso em cronologia, vale colocar todos os jogos lado a lado: datas, local, placar e autores dos gols. A campanha ganha corpo quando vira linha do tempo — porque aí se vê que não foi um pico isolado, e sim um padrão.
Tabela 1 Partidas da Suíça nas Eliminatórias UEFA, Grupo B
| Data | Ronda ou Jornada | Rival | Condição | Resultado | Artilheiros | Sede |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 5 de setembro de 2025 | Grupo B | Kosovo | Casa | 4:0 | Akanji 22', Embolo 25', 45', Widmer 39' | Basileia, St. Jakob-Park |
| 8 de setembro de 2025 | Grupo B | Eslovênia | Casa | 3:0 | Elvedi 18', Embolo 33', Ndoye 38' | Basileia, St. Jakob-Park |
| 10 de outubro de 2025 | Grupo B | Suécia | Fora | 0:2 | Xhaka 65' pen., Manzambi 90+4' | Solna, Strawberry Arena |
| 13 de outubro de 2025 | Grupo B | Eslovênia | Fora | 0:0 | Liubliana, Estádio Stožice | |
| 15 de novembro de 2025 | Grupo B | Suécia | Casa | 4:1 | Embolo 12', Xhaka 60' pen., Ndoye 75', Manzambi 90+4' | Genebra, Stade de Genève |
| 18 de novembro de 2025 | Grupo B | Kosovo | Fora | 1:1 | Vargas 47' | Pristina, Estádio Fadil Vokrri |
A tabela de posições completa fecha o argumento: a Suíça dominou em pontos e, principalmente, em diferença de gols. Kosovo foi competitivo e sustentou um segundo lugar com 11 pontos, mas com saldo de apenas +1. Essa é uma diferença de “perfil”: uma equipe que vence no limite versus uma equipe que vence com margem e raramente se expõe.
Tabela 2 Tabela do Grupo B
| Pos. | Equipe | Pts. | PJ | G | E | P | GF | GC | Dif. | Classificação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Suíça | 14 | 6 | 4 | 2 | 0 | 14 | 2 | +12 | Mundial 2026 |
| 2 | Kosovo | 11 | 6 | 3 | 2 | 1 | 6 | 5 | +1 | play-offs |
| 3 | Eslovênia | 4 | 6 | 0 | 4 | 2 | 3 | 8 | −5 | No clasificado |
| 4 | Suécia | 2 | 6 | 0 | 2 | 4 | 4 | 12 | −8 | play-offs vía Liga de Naciones |
A partir daqui, dá para segmentar o desempenho com números que contam histórias. Em casa, a Suíça foi uma avalanche controlada: três vitórias, 11 gols marcados e apenas 1 sofrido (4:0, 3:0, 4:1). Fora, foi pragmática: uma vitória e dois empates, com 3 gols feitos e 1 sofrido (2:0, 0:0, 1:1). É um padrão clássico de seleção forte: em casa, impõe; fora, não se expõe.
Outro recorte útil é o dos placares “decididos cedo” versus “decididos no fim”. A Suíça marcou no primeiro tempo em jogos grandes do grupo: Embolo abriu contra a Suécia em 15 de novembro (12'), e a equipe fez dois gols no primeiro tempo contra Kosovo e Eslovênia em setembro. Ao mesmo tempo, manteve potência até o apito final: Manzambi marcou aos 90+4' em Solna e repetiu o golpe aos 90+4' em Genebra. Isso não é detalhe: é sinal de condicionamento, foco e profundidade para não desligar.
E há o dado que, em Eliminatórias, costuma ser ouro: jogos com “clean sheet”. Foram quatro partidas sem sofrer gols em seis (4:0, 3:0, 2:0, 0:0). Quando uma seleção entrega quatro jogos sem ser vazada numa campanha curta, ela constrói uma vantagem silenciosa: para derrotá-la, o adversário precisa fazer algo raro. A defesa, assim, não é só uma linha; é um escudo estatístico.
Como jogam
A Suíça desta campanha sugere uma identidade que combina duas camadas: agressividade inicial em casa e controle de risco fora. Sem precisar colar rótulos táticos, os placares desenham um time que sabe “ganhar o primeiro duelo” do jogo — o mental — e, a partir daí, administrar com maturidade. O 4:0 sobre Kosovo e o 3:0 sobre a Eslovênia em Basileia mostram um ataque capaz de produzir em sequência; já o 0:0 em Liubliana mostra uma equipe confortável em viver sem o gol quando o contexto pede paciência.
Os números sustentam essa leitura. São 14 gols em 6 jogos, com média de 2,33 por partida, mas a distribuição é desigual de propósito: em casa, 11 gols em 3 jogos (3,67 por partida); fora, 3 gols em 3 jogos (1,0 por partida). Não parece oscilação, parece estratégia. A Suíça foi mais direta e volumosa quando tinha o estádio como aliado e o contexto como favorável. Longe de casa, escolheu um futebol de margem pequena: pontuar, não dar transição, e deixar que o jogo se resolva em detalhe — como o pênalti de Xhaka em Solna.
O ritmo das partidas também diz muito sobre o “tipo de controle” que a equipe exerceu. Contra a Eslovênia, abriu cedo (Elvedi aos 18') e ainda foi ao intervalo com dois gols de vantagem (Embolo aos 33', Ndoye aos 38'). Contra Kosovo, marcou três vezes antes do intervalo. Esse padrão — gol cedo e sequência — costuma indicar que a equipe entra com plano claro, e não fica esperando o jogo “acontecer”.
No ataque, há uma pista forte: a Suíça não dependeu de um único nome, mas teve um protagonista evidente. Embolo apareceu como figura central: marcou dois contra Kosovo (25' e 45'), fez um contra a Eslovênia (33') e abriu o placar contra a Suécia (12'). Ao mesmo tempo, o gol foi repartido com Akanji, Widmer, Elvedi, Ndoye, Xhaka, Vargas e Manzambi. Essa mistura é valiosa porque evita que o time vire previsível: se o adversário corta um caminho, outro jogador encontra a rede.
A bola parada e os detalhes também entram no pacote. Xhaka marcou dois pênaltis (65' contra a Suécia fora, 60' contra a Suécia em casa). Isso é um recurso concreto: em jogo de Copa, quando o adversário fecha a área e o placar não abre, um pênalti convertido muda a história. E o fato de a Suíça ter mantido eficiência nesses momentos indica um time que não treme quando a partida vai para o ponto de nervo.
Quanto às vulnerabilidades, elas aparecem nos únicos dois jogos sem vitória fora de casa: 0:0 na Eslovênia e 1:1 em Kosovo. Em ambos, a Suíça não sofreu muito em volume de gols — mas o ataque não explodiu. E o empate em Pristina veio com roteiro típico de visita: marcou com Vargas aos 47', mas cedeu o empate aos 74'. Isso aponta uma zona de atenção: quando não mata o jogo com o segundo gol, a seleção pode ficar exposta a um episódio, uma bola na área, um chute de média distância, um erro mínimo. A defesa é forte; o risco, nesses casos, é emocional e de gerenciamento do relógio.
Ainda assim, o saldo final sugere um time que sabe ser duas coisas: intenso e paciente. Intenso para transformar casa em vantagem real. Paciente para não perder fora. Em torneio curto, essa dupla costuma ser a base do “time chato de eliminar”: aquele que não se oferece, mas também não abdica de ferir.
O grupo no Mundial
O Mundial coloca a Suíça no Grupo B, com três partidas que já trazem geografia, logística e estilos possíveis bem diferentes. A estreia é contra Catar, em San Francisco. Depois vem um adversário europeu ainda por definir, em Los Angeles. E o fechamento é contra Canadá, em Vancouver. Três cidades, três climas de jogo, e um detalhe sempre subestimado: o grupo é curto, e não dá para “acordar” na segunda rodada.
Há um ponto que dá forma ao grupo: a Suíça chega com uma Eliminatória onde sofreu apenas 2 gols em 6 jogos. Esse dado, sozinho, não garante nada na Copa, mas oferece uma base mental. Uma equipe que defende bem costuma entrar no Mundial com um plano que não depende do acaso. E quando o grupo tem três partidas, essa previsibilidade — do próprio comportamento — vira vantagem.
O jogo de abertura contra Catar tende a ser o mais emocional do trio, não por rivalidade, mas pelo peso do primeiro passo. Em estreia de Copa, o erro custa mais caro, porque obriga a correr atrás depois. Para a Suíça, a chave é simples e muito suíça: não abrir o campo antes de ter o placar na mão. A campanha nas Eliminatórias mostra que ela cresce quando marca primeiro, e que sabe transformar o 1:0 em plataforma para o 2:0 e o 3:0. Um roteiro provável: partida de controle e aceleração pontual.
A segunda rodada traz a peça móvel do grupo: Rival por definirse, saldrá del play-off UEFA Ruta A: Gales, Bosnia y Herzegovina, Italia o Irlanda del Norte. Aqui, por definição, não cabe rotular o adversário, porque ele depende do caminho de play-off. Mas cabe falar do que muda pouco: para a Suíça, será o jogo em que ela precisa impor condições desde o início, sem deixar o adversário “se sentir em casa” dentro da partida. Um jogo assim costuma ser decidido em detalhes: bola parada, pênalti, uma jogada de área. E a Suíça, pelas Eliminatórias, mostrou que sabe ganhar com esses detalhes.
Na última rodada, Canadá em Vancouver tem cara de partida que pode chegar com tabela aberta. O Canadá, por ser anfitrião de parte do torneio, traz o elemento de ambiente favorável e energia de estádio — e isso costuma puxar o jogo para um ritmo mais intenso. Para a Suíça, o antídoto é o mesmo que funcionou fora de casa: reduzir riscos, controlar momentos e não se desorganizar quando o jogo pedir corrida. O 2:0 em Solna e o 1:1 em Pristina dão pistas de como a seleção lida com pressão fora: ela aguenta, mas prefere não ser obrigada a virar caos.
A tabela dos jogos organiza o mapa do grupo e deixa claro o desafio de logística, além do desafio de campo.
| Data | Estádio | Cidade | Rival |
|---|---|---|---|
| 13 de junho de 2026 | Levi's Stadium | San Francisco | Catar |
| 18 de junho de 2026 | SoFi Stadium | Los Ángeles | Rival por definirse, saldrá del play-off UEFA Ruta A: Gales, Bosnia y Herzegovina, Italia o Irlanda del Norte. |
| 24 de junho de 2026 | Estádio BC Place | Vancouver | Canadá |
Partido a partido, com prognóstico prudente e direto:
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Catar vs Suíça A Suíça tem histórico recente de entrar forte em casa nas Eliminatórias, mas a estreia em Copa costuma pedir uma transposição: trocar o “volume imediato” por um controle mais seletivo. Se conseguir marcar primeiro, tende a ganhar conforto e virar o jogo para seu terreno de administração. Prognóstico: ganha Suíça.
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Suíça vs Rival por definirse, saldrá del play-off UEFA Ruta A: Gales, Bosnia y Herzegovina, Italia o Irlanda del Norte. Jogo para não se precipitar. A Suíça mostrou que consegue vencer com placar curto fora (2:0) e também que sabe ganhar com bola parada (pênaltis de Xhaka). A prioridade é não oferecer transição e não transformar o meio do jogo em troca de golpes. Prognóstico: empate.
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Suíça vs Canadá Um jogo que pode pedir cabeça fria. Se a Suíça chegar com 4 pontos, pode entrar no modo “pontuar é ouro”; se chegar pressionada, precisará ser mais agressiva. Em ambos os cenários, o dado que sustenta confiança é defensivo: 2 gols sofridos em 6 jogos de Eliminatórias. Prognóstico: empate.
Claves de classificação para a Suíça no grupo:
- Evitar sofrer o primeiro gol: a campanha mostrou controle quando sai na frente e segurança quando mantém o placar.
- Transformar bola parada em vantagem real: pênaltis convertidos e gols em momentos-chave podem ser o diferencial.
- Manter o padrão fora de casa que funcionou nas Eliminatórias: pontuar mesmo sem brilho, sem abrir mão do equilíbrio.
- Usar a profundidade para decidir no fim: gols aos 90+4' não são acaso quando viram repetição.
Opinião editorial
A Suíça chega à Copa com uma credencial que não é glamour, é solidez: 14 pontos em 6 jogos, invicta, 14 gols marcados e apenas 2 sofridos. Isso não garante nada, mas organiza o time por dentro. Uma seleção que se acostuma a não perder aprende a jogar com o placar, com o tempo e com a ansiedade do adversário. E em fase de grupos curta, essa é uma arma tão valiosa quanto qualquer estrelismo.
O alerta, porém, é direto: o Mundial não perdoa a tarde em que a eficiência desaparece. A Suíça empatou 0:0 na Eslovênia e 1:1 em Kosovo — dois jogos em que, por caminhos diferentes, o ataque não matou e o placar ficou exposto a um episódio. O recado é simples: se a equipe repetir esse roteiro na Copa, precisa que o “episódio” não caia contra. Porque o torneio grande transforma empates em contas e contas em pressão.
O fechamento desta história, por enquanto, tem a cara de uma seleção que sabe onde pisa. A Suíça não se classificou por acidente: construiu a vaga com uma sequência de partidas em que o placar foi consequência de controle. Mas há um fio que não pode arrebentar: a administração dos jogos quando o segundo gol não sai.
Se for para escolher um aviso com endereço e data, ele está em Pristina, 18 de novembro de 2025. A Suíça saiu na frente com Vargas aos 47' e, ainda assim, deixou Kosovo encontrar o empate aos 74'. Não é tragédia; é um lembrete. Na Copa, o empate que “não machuca” pode ser exatamente o ponto que decide o grupo. E a Suíça, tão boa em construir margens, precisa lembrar disso quando a margem fica estreita.